Taxas anuais de desemprego são as menores da série em 20 unidades da federação

25/02/2026

A taxa de desocupação do país no 4° trimestre de 2025 foi de 5,1%, redução significativa frente ao trimestre anterior (5,6%) e recuando 1,1 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2024 (6,2%). Já a taxa anual caiu de 6,6% em 2024 para 5,6% em 2025, a menor taxa anual da série histórica, iniciada em 2012. As maiores taxas anuais de desocupação em 2025 foram de Piauí (9,3), Bahia e Pernambuco (ambos com 8,7%) e Amazonas (8,4). As menores taxas anuais de desocupação foram de Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
 
A taxa anual de subutilização para o Brasil ficou em 14,5%. O Piauí (31,0%) teve a maior taxa, seguido por Bahia e Alagoas (ambos com 26,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).
 
A taxa anual de informalidade para o país foi de 38,1% da população ocupada. As maiores taxas anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%) e as menores, com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).
 
A taxa anual de desalento para o Brasil ficou em 2,6%. Maranhão (9,5%) teve a maior taxa, seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (0,3%), Mato Grosso do Sul (0,6%) e Rio Grande do Sul (0,9%).
 
O valor anual do rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.560. Os maiores valores foram do Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190 e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).
 
As maiores taxas anuais de desocupação em 2025 foram de Piauí (9,3), Bahia e Pernambuco (ambos com 8,7%) e Amazonas (8,4). As menores taxas anuais de desocupação foram de Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
 
Em 20 unidades da federação, a taxa de desocupação anual de 2025 foi a menor da série: Amazonas (8,4%), Pará (6,8%), Amapá (7,9%), Tocantins (4,7%), Maranhão (6,8%), Ceará (6,5%), Rio Grande do Norte (8,1%), Paraíba (6,0%), Sergipe (7,9%), Bahia (8,7%), Minas Gerais (4,6%), Espírito Santo (3,3%), São Paulo (5,0%), Paraná (3,6%) Santa Catarina (2,3%), Rio Grande do Sul (4,0%), Mato Grosso do Sul (3,0%), Mato Grosso (2,2%), Goiás (4,6%) e Distrito Federal (7,5%).
 
 
Fonte: IBGE
 

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