s trabalhadores do Serviço Cândido Ferreira acordaram mais tranquilos nesta quarta-feira (10), depois de verificarem que os salários, atrasados desde o dia 5, foram depositados. O dinheiro começou a cair nas contas desde a noite de terça-feira, após a assembleia que aprovou o estado de greve com indicação de paralisação para o dia 15 e o Sinsaúde ter intermediado uma negociação junto ao prefeito de Campinas em exercício, Wanderley Almeida, que liberou a verba pública para a empresa.
Os trabalhadores estavam sem salários porque a Prefeitura não tinha feito o repasse de verba ao Cândido Ferreira, devido a uma divergência na prestação de contas da entidade ao Poder Público. Em meio a este impasse, os trabalhadores ficaram sem receber os salários.
“Agora a categoria pode respirar aliviada, mas precisamos manter nossa união e mobilização para a campanha salarial que está a pleno vapor”, avisa o diretor sindical, André Luís Costa.
A diretoria do Sinsaúde se reunirá nesta quinta-feira (11), na Sede Central do Sindicato, para uma rodada de negociação com a administração do Cândido Ferreira.
“Em breve convocaremos os colegas para uma assembleia com o objetivo de discutir os termos da negociação”, afirma a diretora sindical Ester Concetta.
Os trabalhadores aprovaram uma pauta de reivindicação que pede aumento real nos salários, 5% acima do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), aumento do vale-cesta e melhoria nos benefícios, além da manutenção das conquistas.
“A categoria precisa se manter unida ao Sinsaúde e forte na participação para que as negociações avancem”, convoca a vice-presidente do Sinsaúde, Juliana Machado.
Fonte: Sinsaúde Campinas e Região